Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de Laboratório Multimédia I, do Mestrado em Multimédia da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, pelos alunos Rui Seiça, Pedro Mota e Humberto Duarte, no ano lectivo 2007/2008.

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O principal objectivo deste trabalho foi experimentar o ”espaço” Second Life, afim de criar algo que pudesse representar a Universidade do Porto nesta realidade virtual. Em paralelo com este trabalho, fomos convidados a participar no “1º Concurso de Ideias – Universidade do Porto em Second Life”, instituído pela Licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade do Porto.

«O “1º CONCURSO DE IDEIAS – Universidade do Porto em Second Life” destina-se a distinguir as propostas de grupos multidisciplinares de discentes inscritos nos 1º e 2º ciclos das Faculdades da Universidade do Porto para a formatação da “ilha” da UP em Second Life.» in Regulamento do Concurso

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O Knowledge Center – University of Porto é pois um edifício funcional e estéticamente muito aprazível. Símbolo do empreendorismo e do conhecimento irá representar perfeitamente a comunidade à qual se destina, motivo de orgulho tanto para os ultilizadores UP no Second life, como para os da Real Life, a imagem da UP com uns contornos extremamente actuais, um pouco utópico, mas tal como os criadores do SL defendem:

“Your World. Your Imagination”

www.kcup.wordpress.com

Silly Rabbit

Outubro 17, 2007

Vodpod videos no longer available.

Pocoyo “The movie”

Outubro 10, 2007

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Maybe is a good idea, maybe not..we are deeply thinking about it, first of all it`s not the same 6 minutes script than 90 minutes…long way! Will it works?..and what about white backrounds…definitily we have to think about other places, underwater, space, yes, but some more also…
Its going to be a huge challenge, but what if is it possible!!!…lets give it a try, at least lets see how a Pocoyo script for a film would be.
We are already involved in the develop of a new series and we are not planning doing Pocoyo´s 3rd seasion by the moment. It´s too long to explain here why, we first need to consolidate the series, and this is really hard for a preschool one. I think we will, but in the next years and at this time we will need to develop diferent contents as, for istance the movie.
We did some tries with the illumination which is one of the more important issues in this adventure as long as we just work with this caracteristics white backgrounds and global ilumination.
Samanta Undari, the profesional who´s in charge of the matter, did a great job bringing Pocoyo to the inside sets, here you have a couple of examples.

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http://pocoyo.blogs.com/

André Carrilho

Outubro 10, 2007

Camilo Castelo Branco faria ontem, se fosse vivo, 181 anos. A assinalar a data, o Centro de Estudos Camilianos, em Seide, Famalicão, inaugurou uma exposição de caricaturas de André Carrilho, intitulada Linha, Ponto e Vírgula. A mostra, integrada numa vertente da programação que visa fazer do edifício projectado por Siza Vieira um lugar de encontro da literatura com outras artes, reúne cerca de 80 caricaturas, todas elas de escritores, portugueses e estrangeiros.

De Oscar Wilde a Fernando Pessoa, de Dostoievski a Paul Auster, de Cesariny a Shakespeare, passando, claro, pelo próprio Camilo, ali se perfila uma verdadeira constelação de homens de letras. São eles, desta vez, a obra. Todos diferentes, todos com a alma chapada no papel, mas tendo entre si aspectos comuns, ainda que não lhes pertençam. André Carrilho tem essa virtude: a de fazer sobreviver um estilo próprio, inconfundível, à expressão fiel de íntimos pessoais radicalmente distintos.

Nascido em 1974, na Amadora, o ilustrador, designer gráfico, animador e caricaturista colaborou já com alguns dos mais importantes títulos da imprensa portuguesa (a exemplo do DN, que publica regularmente o seu trabalho), tendo conquistado vários prémios internacionais, entre os quais, em 2002, o Gold Award para Portfólio de Ilustração, pela Society for News Design (EUA). Marca presença assídua, também, em publicações estrangeiras de grande prestígio, casos do The New York Times ou do The Independent on Sunday.

Não foi, todavia, do currículo que Carrilho falou às duas turmas escolares que o esperavam, terminada a visita à exposição, no auditório do Centro. Aí, em tom informal, fez um voo rasado sobre os processos e as técnicas que experimentou até hoje, desde o começo da sua actividade profissional, em 1996.

Considerando que “o ilustrador é um prestador de serviços, não um artista isolado na sua mansão”, disse trabalhar, enquanto tal, “não para o papel, mas para o objecto impresso”, relativamente ao qual não é tão fácil assegurar a fidelidade do produto final, embora “haja formas de o conseguir”. Faz parte da aprendizagem.

A falta de tempo, factor inerente ao ritmo de produção dos jornais, “é, às vezes, uma ajuda, porque aguça a capacidade de síntese”, indispensável a quem exerça a sua função. “Caricaturar é tornar visível o processo de memorização do cérebro. Quanto mais rápido eu tiver de fazer uma caricatura, mais foco os pontos essenciais da fisionomia das pessoas”, revelou. De resto, “não é preciso ter uma lógica científica no desenho, mas uma lógica de percepção”. O espectador que junte os pontinhos.

Linha, Ponto e Vírgula fica patente em Famalicão até 14 de Maio.

André Carrilho trabalha profissionalmente desde 1992 como designer, ilustrador, cartoonista, animador e caricaturista, colaborando com diversos jornais e revistas portuguesas.
Ganhou vários prémios nacionais e internacionais e mostrou o seu trabalho, em grupo ou individualmente, em exposições em Portugal, Espanha, Brasil, França e Estados Unidos da América.
Em 2002 vence o Gold Award for Illustrator’s Portfolio da Society for News Design (EUA). Os seus mais recentes trabalhos incluem ilustrações para a New York Times, Harper’s, The Independent On Sunday e Vanity Fair.
Jantar em Lisboa é a sua primeira obra.

http://www.andrecarrilho.com/

FILMOGRAFIA

“Jantar em Lisboa”, Portugal, 2007, ANI, Betacam SP, Cor, 10′

Caricatura de Agustina Bessa-Luis, por André Carrilho.

WEB DESIGN E WEB DESIGNER

Outubro 4, 2007

WEB DESIGN E WEB DESIGNER
(Design e Designer)


Antes de mais nada, acho importante deixar bem claro que um “Web designer” nada mais é do que um Designer especialista em Internet, o termo web designer vem sendo muito difundido e repetido à exaustão nos últimos anos, tudo bem, o termo se refere ao profissional de design que trabalha com Internet, mas nunca devemos esquecer que para isso, o profissional deve ter muito bem definidos vários conceitos de cores, formas, usabilidade, e até marketing, isso desqualifica pelo menos 80% dos “webdesigners” de plantão, não basta saber “usar” o Frontpage ou Dreamweaver, saber copiar algumas imagens de outros sites e roubar alguns códigos por aí, claro que muita gente vai dizer que “nesse mundo nada se cria, tudo se copia”, mas essas pessoas também não devem saber a diferença entre plágio e referência, essa pode ser a diferença entre contratar o “sobrinho” ou um amigo micreiro e um verdadeiro profissional de Design.

A Internet tem como principal característica o rápido acesso às informações, o webdesigner ou designer é o grande responsável em aliar um visual bonito, atraente aos olhos dos visitantes e que seja condizente com a proposta do projeto, à facilidade de navegação do site. Para isso, é necessário além da criatividade, alguns conhecimentos básicos de técnicas de design e informática.

Na Internet “imagem” é tudo, ou quase tudo, portanto um webdesigner tem que saber exatamente os elementos que deve ou não utilizar em cada projeto. Beleza e bom gosto fazem parte do processo, mas são aspectos subjetivos, afinal qual o conceito de belo ou feio guardadas as devidas proporções ? Uma das principais tarefas do webdesigner é observar e desenvolver os aspectos funcionais do site e procurar simplificar ao máximo a navegação, o visitante deve saber exatamente aonde encontrar o que deseja, a isso vamos chamar de navegação intuitiva.

Para isso, é importante ter uma visão do design de um site como um todo, e não apenas como um amontoado de elementos fragmentados que constituirão o resultado final. Conhecer alguns conceitos como equilíbrio dos elementos visuais e utilização das cores são fundamentais nesse tipo de processo criativo, além de organização.

Toda forma de mídia tem elementos visuais próprios e com a Internet não é diferente. Sites que tenham um design bem definido, objetivo e que estejam de acordo com a proposta do produto ou do assunto a que deram origem, com certeza serão mais eficientes.

WebDesign é o Design voltado para a Internet, e Webdesigner é o criador do processo. É importante procurar sempre o bom senso e uma certa sobriedade no estudo e criação de projetos, procurar aplicar os conhecimentos e técnicas na estética sem perder a ousadia e sem esquecer de vez a simplicidade. A tela do computador é o universo em que o Webdesigner deve trabalhar, e nesse universo é ele que decide a disposição de todos os elementos que vão compor o projeto.

Andrej Grujic
(Professor de Design da Universidade Anhembi Morumbi)

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Não custa nada, vai lá e vota!!

Human Flip Book

Setembro 28, 2007

Dez entre dez webdesigners se tremem ao ouvir do cliente aquela pequena frase, bem negativa: não gostei. Quem aqui gosta de ouvir isso? Acho que ninguém, não é mesmo? Nem os novatos, nem os experientes.
Não é fácil trabalhar com gostos, isso é verdade, mas o que explica uns gostarem de Yakisoba e outros não? Alguns sentem gosto nos sanduíches do McDonalds, enquanto outros afirmam só sentir gosto de plástico e isopor. Um dia uma aluna minha colocou toda sua indignação pra fora dizendo o quanto o vermelho do site G1 era terrível, mas ela mostrou o motivo, defendendo sua idéia de que o vermelho não é o mais apropriado para um site de notícias. Pelo menos ela falou com conhecimento — já que além de webdesigner era psicóloga e sabia muito bem a teoria das cores de cór e salteado. Leia o resto deste artigo »